é tua a minha manhã
foi minha a noite dos teus sonhos
sexta-feira, 27 de junho de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
sentires
tenho as tuas mãos em mim .
passeias-te no corpo que te ofereço e beijas-me num suave e longo encontro de lábios...
é tanto o nosso querer
é vivo o nosso sentir...
passeias-te no corpo que te ofereço e beijas-me num suave e longo encontro de lábios...
é tanto o nosso querer
é vivo o nosso sentir...
segunda-feira, 26 de maio de 2014
escrita ao acaso
desaguo nas margens da tua enseada...
barco de velas desfraldadas, navego no mar que deixa palavras no olhar... o horizonte, já ali, rompe os pensamentos do infinito e a noite veste a nudez do nosso desejo
barco de velas desfraldadas, navego no mar que deixa palavras no olhar... o horizonte, já ali, rompe os pensamentos do infinito e a noite veste a nudez do nosso desejo
terça-feira, 15 de abril de 2014
e o teu olhar
após uns Fragmentos
o teu rosto…
gosto tanto
do teu rosto
os meus
dedos tocam-lhe
suavemente,
delicadamente,
devagar
(é bom
prolongar o contacto).
ofereces-me o
teu sorriso
em lábios
que sussurram desejos,
desfiam
beijos que saboreio…
o teu olhar…
como é
infinito o teu olhar
sexta-feira, 11 de abril de 2014
pensamentos
porque gosto deste texto e porque faz juz ao título do blogue aqui fica
Encontro-te
na soleira de madeira, talhada a cinzel de quereres que se estendem nas faldas
da serra que palmilhámos em noites de lua cheia. Recordo-me de ti na
transparência de um vestido leve que cai sobre o teu corpo de formas singelas
que o escultor elevou a deusa.
As palavras
que queríamos dizer ficaram para depois. Somente importava o olhar, o mesmo
olhar que te viu na pureza da luz cinza,
deitada na turfa verde de uma natureza que acolhe os corpos dos amantes.
Debruço-me
em ti e recolho o sabor do teu beijo. Esse beijo doce que deixas nos meus
lábios.
E é de novo
o olhar que chama os corpos, que se despem e se amam à luz prata do luar...
domingo, 23 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
fazer poesia
O teu ventre
macio
Acolhe-me,
Alimenta-me
o desejo,
Incendeia-me…
E eu quero
O teu beijo,
O teu sussurro,
O teu gemido…
E entre um orgasmo
e outro,
Fazemos poesia.
Fazemos poesia.
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